A segunda sessão foi com L., um garoto de 10 anos, com um grau de comprometimento bem maior do que G.
L. anda com alguma dificuldade, fala apenas algumas palavras com significado em meio a uma bonita cantoria. É muito carinhoso e meigo. O objetivo da Juliana é melhorar a comunicação e o engajamento em atividades.
No princípio ele simplesmente ignorou a presença do Zé. Depois de alguns minutos de agitação, a Juliana dirigiu a atenção de L. ao cão, que respondeu prontamente. O Zé estava desesperado para arrumar um parceiro para o jogo da bolinha e se dirigiu a L. O menino se desviou do cão, parecendo receoso. Mas se acalmou e quando sentamos todos juntos, acariciou o Zé espontaneamente. Tentamos o uso de escovas, com pouco sucesso. L. se interessou pela cauda do Zé, ficou muito tranquilo e sem demonstrar medo algum nos momentos em que fiz o cachorro se deitar e ficar quieto. Parece que ele se assusta com os movimentos bruscos do cão. O Zé é meio estabanado mesmo. Não tem a delicadeza de um golden ou de um bernês. Mas não é capaz de machucar, e provavelmente L. se acostumará com seus movimentos bruscos. Fiquei muito contente com o comportamento do Zé, que se deitou quieto e inclusive gostou bastante dos carinhos que ganhou da gente, mostrando seu lado amoroso. Mas tive que usar a bolinha e dar comando para deitar, pois o que ele queria mesmo era brincar.
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| Carinho espontâneo |
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| Sessão carinhos |


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